A parapsoríase é uma doença de pele, em que o principal sintoma é o surgimento de placas vermelhas na pele. Apesar do nome semelhante e dos  ser parecido com alguns tipos de psoríase, não é a mesma doença.

A parapsoríase não tem cura, mas deve ser tratada. O acompanhamento médico constante é muito importante porque a doença pode evoluir em alguns anos para a micose fungoide, que é um tipo de câncer de pele, uma variação rara do linfoma não-hodgkin.

Existem duas formas de parapsoríase, a de pequenas placas e a de grandes placas. No primeiro caso, são placas pequenas, de cores rósea, avermelhados ou arroxeadas, com menos de 5 cm. No segundo caso as placas são maiores, e a cor pode ficar mais escura, até um tom acastanhado. É importante observar se as placas quando maiores não apresentam elevação.

Parapsoríase: o que é, quais os sintomas e qual o tratamento

Nos dois casos da parapsoríase, as placas não costumam coçar. Algumas podem apresentar pequenas escamas, e o contorno normalmente é bem definido.  As placas surgem no dorso, na coxa e nos braços dos pacientes.

O tratamento para a parapsoríase é relativamente simples. Em geral o dermatologista prescreve remédios corticoides para os períodos de crise e fototerapia para manter os sintomas sob controle. Os corticoides podem ser comprimidos ou pomadas, dependendo da gravidade. A fototerapia são os raios UV, que tanto pode ser feita no consultório em máquinas apropriadas ou apenas com banhos diários de sol.

A prescrição do tratamento será feita pelo médico, após avaliar o estágio da parapsoríase. O importante é tratar desde que os sintomas aparecem e constantemente para evitar que avolua para a micose fungoide. Quando a doença evolui, o tratamento é feito com cortisona nos estágios iniciais e pode ser necessária a quimioterapia quando está mais avançada.

Com o tratamento adequado a parapsoríase não evolui para o câncer. Mas é preciso procurar o acompanhamento médico e ter a disciplina de realizar constantemente o tratamento.