A maioria das pessoas conhece a psoríase pelos seus sintomas mais comuns, como o aparecimento de manchas na pele, acompanhadas de descamação e coceira. Mas esse nome genérico esconde uma série de variedades diferentes da doença, que devem ser conhecidas para que possam ser tratadas de forma adequada.

psoriase-invertida

Um tipo menos conhecido de psoríase é a chamada psoríase invertida ou flexural. Trata-se de uma variedade que atinge partes do corpo mais expostas ao suor, como axilas, partes de trás de joelhos e cotovelos e virilha.

De forma geral, pessoas obesas costumam ser mais sensíveis a essa variedade, já que qualquer parte do corpo onde se encontram dobras da pele –e, consequentemente, apresentem mais suor— está mais sujeita à psoríase invertida.

Ao contrário do que acontece em outros tipos de psoríase, no caso da psoríase inversa os pacientes costumam observar pouca descamação. É comum se observar rachaduras na pele das regiões afetadas pelo problema, o que pode provocar dor ou extrema sensibilidade nessas partes do corpo.

Como em todos os tipos de psoríase, a melhor maneira de tratar o problema é procurando imediatamente um médico dermatologista. Algumas pomadas e cremes disponíveis no mercado podem ajudar a manter os sintomas sob controle, mas outros tratamentos também podem ser úteis.

A fototerapia, por exemplo, pode ser uma aliada no tratamento da psoríase invertida, já que a exposição a raios ultravioleta costumam reduzir os incômodos trazidos pela doença. Casos mais extremos podem ser tratados por medicamentos por via oral, mas, lembrando mais uma vez, esses remédios só devem ser consumidos sob orientação médica.

Valem ainda as recomendações dadas a pessoas com qualquer tipo de psoríase:

  • praticar atividades físicas
  • evitar o fumo e o álcool
  • ter uma alimentação equilibrada
  • cuidar da hidratação da pele
  • tomar banhos mornos