Uma das principais recomendações no tratamento para psoríase são os banhos de sol. A doença não tem cura, mas os pacientes podem ser tratados para controlar os sintomas, que podem até desaparecer. Os raios solares, mais especificamente os raios UVB, ajudam a reduzir as inflamações e a secar as placas avermelhadas na pele, que são os maiores sintomas da psoríase, como já contamos no post Sol: Amigo ou inimigo de quem tem psoríase?

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A imagem é meramente ilustrativa.

Em casos mais graves de psoríase, os dermatologistas podem indicar um tratamento com fototerapia artificial. Esta seria uma ação complementar aos banhos de sol para potencializar os resultados. A fototerapia artificial é uma seção em que o paciente recebe os raios ultravioletas de forma controlada. Tem muitas vantagens, entre elas o fato de ser indolor.

Além disso, com a fototerapia artificial os pacientes não dependem das condições do tempo. Mesmo nas estações mais frias e chuvosas, ou quando o tempo está encoberto, o tratamento pode prosseguir. Além disso, quem vai aplicar a fototerapia conseguirá dosar a quantidade de exposição à luz que o paciente precisa. No caso dos banhos naturais de sol, a recomendação é de duração de 10 a 30 minutos.

Para fazer o tratamento, é preciso procurar uma clínica de confiança, de preferência indicada pelo seu dermatologista. O tratamento pode ter alguns efeitos colaterais, entre eles o envelhecimento da pele. Se mal feito, pode provocar queimaduras no paciente. Por isso, é preciso tomar o cuidado de seguir a indicação médica para ter certeza de que é uma opção adequada para o seu caso.

O tratamento mais comum é aquele em que o paciente entra em uma cabine com uma câmera fluorescente que emite os raios UVA e UVB. Existe também a puvaterapia, que é associada a medicamentos foto ativos, ou seja, fazem com que a pele fique mais sensível à luz. Isso potencializa a seção de fototerapia. É uma opção indicada para os casos mais graves de psoríase.