Relatório Mundial sobre Psoríase e Felicidade aponta que mulheres são mais impactadas do que homens e pacientes brasileiros estão entre os mais felizes do mundo.

As mulheres sofrem mais com os impactos psicológicos da psoríase do que os homens, é o que aponta o Relatório Mundial sobre Psoríase e Felicidade, realizado pelo Instituto de Pesquisa da Felicidade, na Dinamarca, em parceria com a Leo Innovation Lab, uma unidade independente da Leo Pharma. A pesquisa foi conduzida entre fevereiro e agosto de 2017, contou com 121.800 pacientes, de 184 países, sendo que destes, 10.000 eram brasileiros.

De acordo com o estudo, 54% das mulheres relataram que se sentem ansiosas e sofrem tensão psicológica por terem que lidar com a doença, contra 28% dos homens. Já em relação à solidão, 29% das respondentes afirmaram que sentem falta de uma companhia, enquanto que somente 14% dos homens se referiram à solidão como um problema.

Dos países participantes, o Brasil se destacou como o quarto país em que os pacientes que convivem com a doença são mais felizes, atrás somente de México, Colômbia e Espanha. Quando categorizado em graus de agressividade da doença, o país se encontra na 10ª posição para aqueles que possuem psoríase leve; quinta para aqueles com psoríase moderada; e sexta para quem lida com a psoríase mais pesada.

Entretanto, apesar dos pacientes brasileiros estarem entre os mais felizes, 69% deles acredita que não há conscientização suficiente sobre a doença, suas causas, sintomas e formas de tratamento.

Outro ponto importante destacado pela pesquisa e que impacta diretamente nos níveis de felicidade da pessoa com psoríase é a relação Médico- Paciente. No Brasil, 64% dos participantes percebem que seus médicos compreendem como a doença interfere em seu bem-estar mental, percentual bem acima da média global de 51%.

Outra importante questão levantada pelo estudo é o sentimento de exclusão e isolamento social experimentado por muitas pessoas com psoríase, o que pode comprometer a saúde mental do paciente. Os dados apontam que 48% dos portadores da doença sentem que seus
familiares não compreendem sua situação, enquanto que 55% afirmam que os amigos não entendem como é conviver com a psoríase. No ranking geral, 40% das pessoas acredita que são as únicas pessoas no mundo que vivem com a doença, sendo que no Brasil este número
chega aos 37%.

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