A psoríase está relacionada à genética em 30% dos casos, porém há uma série de fatores externos que podem inicia-la ou agrava-la.

É uma doença relacionada ao sistema imunológico, que pode se manifestar quando as defesas do corpo estão debilitadas. Então, pessoas que têm artrite reumatóide, outros distúrbios autoimunes, AIDS e pacientes de câncer que fazem quimioterapia também podem ter uma forma mais agravada de psoríase.

O estresse emocional pode causar crises de psoríase. Além dos fatos cotidianos que afetam o nosso equilíbrio e humor, os pacientes de psoríase podem sofrer uma carga extra de preocupação com a doença. É comum que alguns enfrentem problemas de adaptação social por causa das lesões na pele e sintam ansiedade.

O clima e a exposição ao sol também podem interferir.

No inverno, quando o tempo está mais seco e frio, a psoríase pode piorar, enquanto no verão, quando a incidência do sol é maior, ela pode melhorar. É importante lembrar que os banhos de sol são benéficos, porém o excesso de exposição ao sol pode ter o efeito contrário.

Feridas e traumas na pele podem levar a aparição de lesões da psoríase. Infecções na garganta, principalmente em crianças e adolescentes, podem piorar a doença. Além disso, para as mulheres, os hormônios também têm seu papel no desenvolvimento da psoríase. Durante a gravidez, o quadro pode melhorar, enquanto na menopausa, ele se agrava.

Medicamentos como lítio, propranolol e alguns tipos de anti-inflamatórios podem piorar a psoríase. A ingestão de álcool e o cigarro também são causas de recaídas no tratamento, então é recomendado que esses hábitos sejam evitados.