Mentira. A psoríase é menos comum entre os afrodescendentes. Mas, apesar de raro, as pessoas de pele negra também são diagnosticadas com a doença que causa inflamação na pele, escamação e coceira.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, afrodescendentes são mais comumente diagnosticados com a psoríase invertida, quando os sintomas se concentram nas regiões mais úmidas do corpo, como axila, virilhas, em torno da área genital e embaixo dos seios das mulheres.

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Por outro lado, é muito raro o diagnóstico de psoríase ungueal, ou seja, nas unhas. Também é rara a psoríase pustulosa, que causa bolhas e pus, uma forma mais agressiva da doença.

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O tratamento para psoríase é o mesmo para pessoas de todas as raças e descendências. O dermatologista deve avaliar o quadro e considerar se receita pomada à base de corticoides. É muito comum que o médico indique banhos de sol pela manhã e no fim da tarde, que ajudam a conter a inflamação na pele. Em casos mais graves, o médico pode indicar a fototerapia feita em consultório, além de remédios via oral ou injetáveis.

Nenhuma forma de psoríase é contagiosa, qualquer que seja a sua gravidade. Mesmo no casos em que se formam pus ou escamas, não existe risco de outra pessoa contrair a doença pelo contato. Isso porque a psoríase se manifesta na pele, mas na verdade é uma doença do sistema imunológico.

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Não existe prevenção para a doença. Pessoas com histórico familiar devem ficar atentas. Caso um sintoma da psoríase apareça na pele, é recomendado procurar o médico imediatamente para confirmar o diagnóstico. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais fácil será controlar a inflamação na pele.

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Existem algumas medidas simples que podem ajudar a conter a gravidade da psoríase, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável e variada. É muito importante evitar o estresse do dia-a-dia, que comprovadamente causa crises de psoríase em quem tem a doença.